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Sobrenatural (2010)
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Sobrenatural (2010)

Está cada vez mais difícil fazer filmes de suspense ou terror que sejam bem vistos pela crítica e pelo público. Até os grandes sustos e os arrepios estão mais difíceis de serem arrancados do espectador exigente. O filme "Insidious" reúne duas coisas que me fazem valorizar um filme deste gênero: clima sinistro com sustos e uma história interessante. Direção de James Wan.

Dica de livro: Tudo Sobre Cinema
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Dica de livro: Tudo Sobre Cinema

Recomendo esse livro que tem me ajudado muito a imergir com profundidade no mundo cinematográfico: “Tudo Sobre Cinema”, editado por Philip Kemp e com o prefácio de Christopher Frayling.

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Um Sonho de Liberdade (The Shawshank Redemption, 1994)
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Um Sonho de Liberdade (The Shawshank Redemption, 1994)

Em 1946, o jovem e bem-sucedido banqueiro Andrew "Andy" Dufresne (Tim Robbins) é sentenciado a duas penas consecutivas de prisão perpétua pelo assassinato de sua esposa e de seu amante, a serem cumpridas na Penitenciária Estadual de Shawshank, no Maine, comandada pelo religioso e cruel agente penitenciário Samuel Norton (Bob Gunton). Rapidamente, Andy se torna amigo de Ellis "Red" Redding (Morgan Freeman), interno influente, também sentenciado à prisão perpétua, que controla o mercado negro do presídio. Ao longo das quase duas décadas de Dufresne na prisão, ele se revela um interno incomum. Dirigido por Frank Darabont.

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A Qualquer Custo (2016)

Hell or High Water (EUA, 2016)

Dois irmãos, um ex-presidiário e um pai divorciado com dois filhos, estão para perder a fazenda da família no oeste do Texas e decidem assaltar bancos como uma chance de se restabelecerem financeiramente. Só que, no caminho, a dupla se cruza com um delegado, que tudo fará para capturá-los. Dirigido por David Mackenzie.

Ladrões:
David Mackenzie é mais um diretor que não deixa a desejar. Esse filme é um drama bem sólido, no estilo western, só que mais para a atualidade, isso porquê a atmosfera de alguns locais no estado do Texas ainda passa a ideia de lugares meio esquecidos no tempo. Ainda existem rixas, roubos a banco como em qualquer lugar. Mas no interior do Texas, o clima de faroeste é permanente no filme. E existe claramente a busca por uma vida melhor, mais digna, menos pobre. E se não for para você, que sejam para os seus filhos, como é o caso do personagem interpretado, com maturidade, pelo ator Chris Pine.

“Fui pobre minha vida toda.
Meus pais também, assim como os pais deles.
É como uma doença… passada de geração em geração.
Vira um mal, isso sim.
Infecta todos que você conhece.
Mas meus filhos, não.
Não mais.”

A casa da família está prestes a ser tomada por um banco por conta de um empréstimo antigo. Talvez os grandes ladrões no filme sejam os bancos, isso fica meio evidente apesar de que, o que vemos, são grandes assaltos aos bancos que, em certo ponto, ficam violentos. As vítimas desses assaltos, clientes do banco e funcionários, ficam chocadas e reagem, algumas violentamente, o que é normal já que cada um está olhando para o seu umbigo. Cabe ao espectador analisar a situação dos irmãos texanos Toby (Chris Pine) e Tanner Howard (Ben Foster) que estão realizando os assaltos. O drama western fica melhor ainda quando entra em cena Jeff Bridges para equilibrar a história, perfeito como o investigador texano quase aposentado que vai combater os foras-da-lei. O drama envolve proteção familiar, vingança e uma boa crítica sobre oportunidades que são tiradas das pessoas menos favorecidas para que uma minoria viva melhor. O diálogo do investigador com a garçonete do bar que simpatiza com um dos ladrões evidencia bem essa questão. É o que sabemos: inferno para alguns e bastante água para outros, como o título original do filme (Hell or High Water).

Cada personagem tem seu drama e suas motivações. Toby é discreto e busca um futuro melhor para seus filhos, mas Tanner demonstra ser descontrolado, possui antecedentes criminais, embora embarque nessa aventura para ajudar o irmão. E Marcus Hamilton (Jeff Bridges) aparece para se fazer cumprir a lei.

O filme também tem uma cara de road movie, por conta das cenas de viagem em estrada, necessárias para a realização dos assaltos. A fotografia mostrando cenários do Texas, áreas desertas e desérticas, é impagável, um show a parte para quem curte esse cenário e o clima que deixa. A fotografia é de Giles Nuttgens.

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Fontes:
http://dalenogare.com/2016/11/hell-or-high-water-qualquer-custo-2016/

Tags Relacionadas Chris Pine, David Mackenzie, Giles Nuttgens, Jeff Bridges
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Rami Malek é o ator do ano! O cara está tão bom que chega a assustar. Ele canta em algumas cenas, mas é no grande palco que se torna a encarnação de Freddie Mercury, principalmente no clímax do filme, cantando ou dublando e se mexendo daquele jeito, com toda a performance do artista a ponto de chegarmos a acreditar que estamos assistindo a um show do Queen no telão, para só depois despertarmos e percebermos que é uma encenação. A respeito do artista Freddie Mercury e da banda Queen, Bryan Singer faz bonito demais e celebra de forma emocionante a trajetória da banda, tendo o Freddie Mercury como principal na história.

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O Homem da Terra (2007)
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Trata-se de um roteiro com muito conteúdo histórico com cerne na ciência e religião. Para isso, o diretor Richard Schenkman, a partir do roteiro de Jerome Bixby, opta por uma trama com muitos diálogos, todos inteligentes, até porquê entre os personagens temos professores, doutores, pessoas bem formadas. Um deles, John Oldman (David Lee Smith), protagonista, está de mudança e vai se afastar dos amigos, e resolve fazer uma revelação chocante sobre si mesmo, o que dá início a uma série de reações e discussões que vão nos dar uma aula de história, ciência, de tudo.

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It: A Coisa (2017)
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Esse filme é um presente merecido para os fãs, já que o resultado ficou excelente. Adaptação feita com muito cuidado, em detalhes, conseguindo ser assustador e ao mesmo tempo agradável. A mensagem principal - que não poderia ficar de fora - está lá: a personificação do medo, que é a definição da Coisa, o palhaço monstruoso que se materializa no medo de suas vítimas e se alimenta dessa sensação de medo. O diretor argentino Andrés Muschietti merece louvor por deixar 2 horas e 15 minutos de diversão e cenas assustadoramente criativas.

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