Era uma Vez em… Hollywood (2019)
Tarantino nos joga na Hollywood do final da década de 1960 num filme que é muitas coisas, inclusive um filme pessoal, pois nesta época ele tinha 6 anos de idade e já admirava a Hollywood que enxergava.
Tarantino nos joga na Hollywood do final da década de 1960 num filme que é muitas coisas, inclusive um filme pessoal, pois nesta época ele tinha 6 anos de idade e já admirava a Hollywood que enxergava.
Como comédia, Baywatch funciona muito bem. Com situações bem engraçadas, utilizando bem os clichês do gênero, assim como atores adequados ao papel, é uma opção certa para quem quer relaxar e se divertir vendo um filme. Dwayne Johnson, Zac Efron e outros formam uma equipe que vão atrás de uma conspiração criminosa na praia onde eles trabalham como salva-vidas. Dirigido por Seth Gordon.
Um dos primeiros grandes filmes de gângster do cinema. James Cagney interpreta o jovem advogado criminalista, Brick Davis, que tenta resistir a tentações do mundo do crime, embora sua educação tenha sido paga por um gângster. Sua vida dá uma reviravolta quando um amigo e agente federal tenta recrutá-lo para o FBI, e é assassinado por um gângster. Dirigido por William Keighley.

Insidious (EUA, 2010)
A família Lambert, formada por Josh (Patrick Wilson), Renai (Rose Byrne) e os filhos Dalton (Ty Simpkins) e Foster (Andrew Astor), acaba de se mudar. Logo, uma das crianças entra em coma de forma inexplicável, o que faz os pais pensarem que a nova casa abriga algum tipo de espírito do mal. Mas eles logo se mudam do local e nos dias seguintes acabam descobrindo que o problema não estava na casa e sim no próprio filho. Dirigido por James Wan.
Está cada vez mais difícil fazer filmes de suspense ou terror que sejam bem vistos pela crítica e pelo público. Até os grandes sustos e os arrepios estão mais difíceis de serem arrancados do espectador exigente. O filme “Insidious” reúne duas coisas que me fazem valorizar um filme deste gênero: clima sinistro com sustos e uma história interessante.
Muitas vezes, antes do susto – e mais importante do que este – vem o suspense gerado, a tensão causada pela cena, os arrepios e a adrenalina causada pelo medo; às vezes está tão óbvio que algo vai acontecer e, mesmo assim, quando acontece o susto é inevitável (é o momento onde elementos essenciais, como o som, são bem utilizados). Um filme de terror tem que conseguir a atenção do espectador, envolvê-lo no clima de querer sentir essa adrenalina, e causar sustos de forma criativa. Às vezes nem precisa de susto para causar arrepios. Um exemplo para ser relembrado é a cena no grande filme “O Orfanato” (“El Orfanato”, Espanha, 2007), de Guillermo del Toro, quando a protagonista evoca espíritos de garotos através de uma brincadeira do tipo pique esconde (Un, dos, tres, toca la pared). Realmente sinistro.
“Sobrenatural” tem uma introdução bem bacana e original. Após a primeira cena e a apresentação do título do filme, o diretor deve a ideia de mostrar várias imagens, quase estáticas, enquanto são apresentados os créditos iniciais. Cada imagem mostra um cômodo de uma casa, sendo que algo se mexe nas sombras, algum objeto sai do lugar, entre outros movimentos que podem ser percebidos; ou seja, preste bem atenção em cada uma dessas imagens. A música de fundo é sinistra e combina com as cenas. Depois disso, temos um filme com vários momentos de susto, dá até para se acostumar com eles logo (ou não).
O roteiro é muito bom, explorando um assusto bem estudado na vida real: o coma e a possibilidade de deixar o corpo físico e viajar em projeção astral. Só que a situação é explorada de forma sinistra, introduzindo o suspense que vai acompanhar o filme inteiro. Enquanto se encontra em estado de coma, o garoto pode ser aprisionado por espíritos demoníacos. As coisas acontecem primeiramente de forma insidiosa, ou seja, aparecem vagarosamente, furtivamente, aos poucos e sem apresentar sintomas específicos. E logo depois tudo sai do controle. As reviravoltas são boas, enganam o espectador e o final não é óbvio.
Considerado um dos melhores filmes de assombração já feitos, “Sobrenatural” reúne os criadores de duas das séries de terror populares: o diretor James Wan, responsável por “Jogos Mortais” (2004) e o produtor Oren Peli, que dirigiu “Atividade Paranormal” (2007). O roteiro é de Leigh Whannell, parceiro de James Wan em “Jogos Mortais” (2004).
Após um vídeo viralizar na Internet, Aurélio (Paulo Miklos) passa a ser responsabilizado pela morte de um policial. Aurélio faz parte de uma banda punk de sucesso nos anos 1980 e precisa enfrentar uma onda de indignação popular após o ocorrido. Direção de Iberê Carvalho.
Cinco pessoas que ficam presas dentro de um elevador que, misteriosamente, pára de funcionar. O problema é que, aos poucos, tudo vai levando a crer que um daqueles é ninguém menos que o Demônio. Roteiro e produção de M. Night Shyamalan. Dirigido por John Erick Dowdle.
Dirigido por David F. Sandberg, Shazam! vem com um tom despretensioso e muitas piadas inclusive com outros personagens importantes como Batman e Superman. Meio à parte do clima obscuro da maioria dos filmes anteriores, mas podemos dizer que a introdução do Shazam nesse universo veio para somar.
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