Kung Fury (2015)
Eu indico Kung Fury (EUA / Suécia, 2015) Kung Fury
Eu indico Total Recall (EUA, 1990 ou 2012?) Para um

All is lost (Reino Unido, 2013)
Um navegador experiente está viajando pelo Oceano Pacífico, quando uma colisão com um container leva à destruição parcial do veleiro. Ele consegue remendar o casco, mas terá a difícil tarefa de resistir às tormentas e aos tubarões para sobreviver, além de contar apenas com mapas e com as correntes marítimas para chegar ao seu destino. Escrito e dirigido por J. C. Chandor.
Faca, âncora, comida, bote inflável…
Robert Redford, com 76 anos de idade, estrelou esse filme. Pela sinopse é bem perceptível que trata-se de um filme com praticamente um personagem e quase nenhuma fala. É um filme sobre a situação que essa pessoa vive diante de um naufrágio eminente. Desde a primeira cena estamos em alto mar, longe da civilização em terra. Um senhor de idade fica à deriva por conta de um acidente, que danificou até o rádio de sua embarcação. Quando tudo está perdido, o drama enfrentado pelo personagem ganha muitas pitadas de esperança ao percebemos que ele é bem experiente e não vai desistir. Cada ato, cada minuto, cada objeto é precioso. A economia da comida que resta, saber utilizar os recursos de forma moderada, saber lidar com as surpresas que aparecem. É como ser testado o tempo todo. Cada pequeno passo deve ser executado visando maximizar a possibilidade de sobrevivência.
É admirável como a experiência, alinhada à inteligência – inclusive inteligência emocional – transparece na trama como condição determinante para alcançar o objetivo: a busca pela sobrevivência, a todo custo. Robert Redford está ótimo no papel, determinante por se tratar de um filme com um ator só. Junto com ele, a natureza representada pelo mar inacabável e os perigos ao redor. Mas também o silêncio, barulho do mar e do vento.
Não contém aquelas cenas onde somos apresentados ao passado do personagem, onde ele lembra seus erros e acertos e agora vai se redimir. Aqui a estratégia é outra, deixando o espectador ficar atendo ao que vê. Sabemos que o personagem, agora solitário, tem um anel no dedo e, na narração inicial, ele fala algo que remete a uma autoavaliação. Mas é praticamente isso e o filme vai correr sempre para a frente. Ao contrário de outras produções, nosso personagem não fala sozinho, não encara a Deus, nem chega a se desesperar explicitamente. E a cena final, além de sua beleza visual, pode ser lindamente interpretada pelo significado que passa.
“Perder tudo, menos o corpo e a alma”
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Fontes:
https://omelete.uol.com.br/filmes/criticas/ate-o-fim/?key=85620
Os adultos de hoje lembram facilmente dos desenhos do Pica-Pau. O personagem foi criado em 1940 pelo artista Walt Lantz, tendo muitas animações produzidas pelo estúdio do próprio artista e distribuídas pela Universal Pictures. É o personagem pássaro de desenho animado mais famoso do mundo. Agora, anos depois do sucesso do desenho, resolveram fazer um filme live-action misturado com animação gráfica, para mostrar esse personagem peculiar. Dirigido por Alex Zamm e escrito por Dave Krinsky e John Altschuler.
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