Paixão a flor da pele (2004)
Eu indico Wicker Park (EUA, 2004) Matthew (Josh Hartnett) é
Eu indico Wicker Park (EUA, 2004) Matthew (Josh Hartnett) é
Eu indico Breaking the Waves (Dinamarca, 1996) No norte da
Eu indico Le charme discret de la bourgeoisie(França / Itália

All is lost (Reino Unido, 2013)
Um navegador experiente está viajando pelo Oceano Pacífico, quando uma colisão com um container leva à destruição parcial do veleiro. Ele consegue remendar o casco, mas terá a difícil tarefa de resistir às tormentas e aos tubarões para sobreviver, além de contar apenas com mapas e com as correntes marítimas para chegar ao seu destino. Escrito e dirigido por J. C. Chandor.
Faca, âncora, comida, bote inflável…
Robert Redford, com 76 anos de idade, estrelou esse filme. Pela sinopse é bem perceptível que trata-se de um filme com praticamente um personagem e quase nenhuma fala. É um filme sobre a situação que essa pessoa vive diante de um naufrágio eminente. Desde a primeira cena estamos em alto mar, longe da civilização em terra. Um senhor de idade fica à deriva por conta de um acidente, que danificou até o rádio de sua embarcação. Quando tudo está perdido, o drama enfrentado pelo personagem ganha muitas pitadas de esperança ao percebemos que ele é bem experiente e não vai desistir. Cada ato, cada minuto, cada objeto é precioso. A economia da comida que resta, saber utilizar os recursos de forma moderada, saber lidar com as surpresas que aparecem. É como ser testado o tempo todo. Cada pequeno passo deve ser executado visando maximizar a possibilidade de sobrevivência.
É admirável como a experiência, alinhada à inteligência – inclusive inteligência emocional – transparece na trama como condição determinante para alcançar o objetivo: a busca pela sobrevivência, a todo custo. Robert Redford está ótimo no papel, determinante por se tratar de um filme com um ator só. Junto com ele, a natureza representada pelo mar inacabável e os perigos ao redor. Mas também o silêncio, barulho do mar e do vento.
Não contém aquelas cenas onde somos apresentados ao passado do personagem, onde ele lembra seus erros e acertos e agora vai se redimir. Aqui a estratégia é outra, deixando o espectador ficar atendo ao que vê. Sabemos que o personagem, agora solitário, tem um anel no dedo e, na narração inicial, ele fala algo que remete a uma autoavaliação. Mas é praticamente isso e o filme vai correr sempre para a frente. Ao contrário de outras produções, nosso personagem não fala sozinho, não encara a Deus, nem chega a se desesperar explicitamente. E a cena final, além de sua beleza visual, pode ser lindamente interpretada pelo significado que passa.
“Perder tudo, menos o corpo e a alma”
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Fontes:
https://omelete.uol.com.br/filmes/criticas/ate-o-fim/?key=85620
No final do período da Guerra Fria, George Smiley (Gary Oldman), um dos veteranos membros do Circus, divisão de elite do Serviço Secreto Inglês, é chamado para descobrir quem é o agente duplo que trabalhou durante anos também para os soviéticos. Todos são suspeitos, mas como também foram altamente treinados para dissimular e trabalhar em condições de extrema tensão, todo cuidado é pouco. George precisa indicar o espião e não pode errar. Dirigido por Tomas Alfredson.
Holy Motors (França / Alemanha, 2012)Oscar (Denis Lavant) transita solitário em vidas paralelas, atuando como chefe, assassino, mendigo, monstro, pai... Mergulha profundamente em cada um dos papéis e é transportado por Paris e arredores em uma luxuosa limusine, comandada pela loira Céline (Edith Scob). Ele é um homem em busca da beleza do movimento, da força motriz, das mulheres e dos fantasmas de sua vida. Dirigido por Leos Carax.
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