Search

Você pode gostar disso:

cryingmoney
Secretária (EUA, 2002)
Ação Ficção Científica Filmes Na pré

Secretária (EUA, 2002)

Após passar algum tempo em um sanatório, Lee Holloway (Maggie Gyllenhaal) volta para a casa de seus pais pronta para recomeçar sua vida. Ela então faz um curso de secretária e tenta um emprego com E. Edward Grey (James Spader), que tem um escritório de advocacia. Inicialmente o trabalho parece bem normal e entediante, mas com o tempo, chefe e subordinada embarcam numa relação mais íntima e cruzam linhas de conduta da sexualidade humana. Dirigido por Steven Shainberg.

cryingtongue
Bohemian Rhapsody (2018)
Ação Ficção Científica Filmes Na pré

Bohemian Rhapsody (2018)

Rami Malek é o ator do ano! O cara está tão bom que chega a assustar. Ele canta em algumas cenas, mas é no grande palco que se torna a encarnação de Freddie Mercury, principalmente no clímax do filme, cantando ou dublando e se mexendo daquele jeito, com toda a performance do artista a ponto de chegarmos a acreditar que estamos assistindo a um show do Queen no telão, para só depois despertarmos e percebermos que é uma encenação. A respeito do artista Freddie Mercury e da banda Queen, Bryan Singer faz bonito demais e celebra de forma emocionante a trajetória da banda, tendo o Freddie Mercury como principal na história.

Dicas para aproveitar de verdade o Festival de Cinema de Gramado
Ação Ficção Científica Filmes Na pré

Dicas para aproveitar de verdade o Festival de Cinema de Gramado

Você é daqueles que ama cinema e pretende viajar a Gramado na época do Festival de Cinema? A maioria das pessoas aparece na área do Festival somente para ver as celebridades passando pelo tapete vermelho, nem chegam a andar pelo tapete ou assistir aos filmes, mas eu acho isso tão pouco dentro do que se pode aproveitar. Então, se você é como eu, aproveite essas dicas de uma pessoa que compareceu a dois festivais em Gramado.

laughingmoustachetongue

Venom (2018)

Venom (2018)

Considerando a importância deste personagem no universo da Marvel, especialmente para os fãs do Homem-Aranha, e o fato de ser um filme que trata de um vilão, quem estava esperando uma história mais sinistra e pesada, vai encontrar o inverso. Mesmo com uma cena de abertura dando um tom de ficção com terror. Já começando pelo protagonista interpretado pelo Tom Hardy, ele é cômico e sua interação com o organismo alienígena que toma o seu corpo, no que diz respeito aos diálogos entre os dois, também é engraçada. O Venom dentro dele não somente se torna mais um elemento divertido, como também é facilmente convencido a não ser tão mal quanto muitos fãs podem desejar que fosse. Inadequadamente tarjado como ficção científica, suspense e terror, esse filme tem somente o aspecto da ficção científica se sobressaindo… além da ação e comédia.

A dinâmica entre Tom Hardy e Venom consegue ser interessante. Quando se funde ao simbionte e surge Venom, a comunicação entre os dois garante cenas divertidas e vai de acordo com algumas passagens do filme que falam sobre o poder da mente vencendo o corpo, a importância da meditação e a frase de efeito: não existe “não pode”. É quase um demônio dentro de uma pessoa que busca conquistas positivas e precisa conviver com esse conflito interno. Senti, inclusive, mais força no humano do que no monstro. Ao menos conseguiram manter fidelidade ao apresentar o ponto fraco do vilão.

O surgimento do Venom é simplificado na trama pois não temos o mega evento das Guerras Secretas que ocorre no espaço, então a opção foi o tradicional organismo alienígena que ninguém deveria chegar perto. O pior é que o nível de maldade ficou duvidoso. Ademais, sobre o personagem Eddie Brock (Tom Hardy), antes de conviver com o Venom, faltou certa coerência quando ele foi apresentado como um jornalista ético e a favor da verdade, mas se aproveitou de uma pessoa próxima (que diz amar) para divulgar um furo a favor da matéria. Por sinal, todo o desenrolar da relação dele com Anne Weying (Michelle Williams) e tendo que conviver ao mesmo tempo com o Venom, ficou desagradável na trama, o que é um desperdício de dois atores excelentes.

Não encontrei muitas referências aos quadrinhos, mas tampouco sou um conhecedor do universo do Homem-Aranha. Existe uma menção sobre um equívoco jornalístico vivenciado pelo Eddie Brock no inicio do filme, semelhante aos quadrinhos onde algo assim gerou o ódio dele pelo Peter Parker e daí o Venom se tornou seu arqui-inimigo. Enfim, as referências legais e explícitas estão nos pós créditos (sim, e temos dois) que achei coerente com o que deve vir pela frente para o universo do Homem-Aranha e acima da média em se tratando dos pós créditos da Marvel. Outra coisa boa que chamou atenção foi a trilha sonora, já que existem duas musicas exclusivas: uma chamada “Venom” e outra com a palavra “Aranhaverso” no título.

Tags Relacionadas crítica, crítica venom, filme marvel, filme venom, homem aranha filme, marvel filme, resenha, resenha venom, Tom Hardy, venom, venom filme
Próximo post Post anterior

Você pode gostar disso:

Filmes

Dúvida

Eu indico Doubt (EUA, 2008) O filme é passado em

tonguemoney
O Sol Também é uma Estrela (2019)
Romance

O Sol Também é uma Estrela (2019)

Natasha é uma jovem extremamente pragmática, ela não acredita em destino, apenas em fatos explicados pela ciência. Em menos de doze horas, a família de Natasha será deportada para a Jamaica, mas antes que isso aconteça ela conhece Daniel e isso pode colocar todas as suas convicções em cheque. Dirigido pela Ry Russo-Young e baseado no livro de Nicola Yoon.

laughingtongue
Missão: Impossível – Efeito Fallout (2018)
Filmes

Missão: Impossível – Efeito Fallout (2018)

Missão impossível mesmo é chegar a 6 filmes de uma mesma franquia sem cair no desinteresse do público e, neste caso, este novo filme foi uma missão cumprida! Dirigido por Christopher McQuarrie.

0 Comentário

Sem comentários

Você pode ser o primeiro a comentar este post!

Deixe seu comentário