Top 10 dia da mulher: musas do cinema
Parabéns a todas as mulheres neste dia 08 de março de 2017! Quero homenagear destacando as minhas 10 maiores musas do cinema, excelentes atrizes e deslumbrantes mulheres, cada uma em um papel marcante
Parabéns a todas as mulheres neste dia 08 de março de 2017! Quero homenagear destacando as minhas 10 maiores musas do cinema, excelentes atrizes e deslumbrantes mulheres, cada uma em um papel marcante
No calor do verão, uma casa isolada no campo, entre bosques e campos de milho. Gêmeos de dez anos de idade esperam por sua mãe. Quando ela volta, com a cabeça envolta em ataduras após uma cirurgia plástica, nada é como era antes. Severa e distante, ela fecha a família para o mundo exterior. Começando a duvidar que esta mulher é realmente sua mãe, os meninos estão determinados a encontrar a verdade de qualquer maneira. Dirigido por Severin Fiala e Veronika Franz.
Está cada vez mais difícil fazer filmes de suspense ou terror que sejam bem vistos pela crítica e pelo público. Até os grandes sustos e os arrepios estão mais difíceis de serem arrancados do espectador exigente. O filme "Insidious" reúne duas coisas que me fazem valorizar um filme deste gênero: clima sinistro com sustos e uma história interessante. Direção de James Wan.

Venom (2018)
Considerando a importância deste personagem no universo da Marvel, especialmente para os fãs do Homem-Aranha, e o fato de ser um filme que trata de um vilão, quem estava esperando uma história mais sinistra e pesada, vai encontrar o inverso. Mesmo com uma cena de abertura dando um tom de ficção com terror. Já começando pelo protagonista interpretado pelo Tom Hardy, ele é cômico e sua interação com o organismo alienígena que toma o seu corpo, no que diz respeito aos diálogos entre os dois, também é engraçada. O Venom dentro dele não somente se torna mais um elemento divertido, como também é facilmente convencido a não ser tão mal quanto muitos fãs podem desejar que fosse. Inadequadamente tarjado como ficção científica, suspense e terror, esse filme tem somente o aspecto da ficção científica se sobressaindo… além da ação e comédia.
A dinâmica entre Tom Hardy e Venom consegue ser interessante. Quando se funde ao simbionte e surge Venom, a comunicação entre os dois garante cenas divertidas e vai de acordo com algumas passagens do filme que falam sobre o poder da mente vencendo o corpo, a importância da meditação e a frase de efeito: não existe “não pode”. É quase um demônio dentro de uma pessoa que busca conquistas positivas e precisa conviver com esse conflito interno. Senti, inclusive, mais força no humano do que no monstro. Ao menos conseguiram manter fidelidade ao apresentar o ponto fraco do vilão.
O surgimento do Venom é simplificado na trama pois não temos o mega evento das Guerras Secretas que ocorre no espaço, então a opção foi o tradicional organismo alienígena que ninguém deveria chegar perto. O pior é que o nível de maldade ficou duvidoso. Ademais, sobre o personagem Eddie Brock (Tom Hardy), antes de conviver com o Venom, faltou certa coerência quando ele foi apresentado como um jornalista ético e a favor da verdade, mas se aproveitou de uma pessoa próxima (que diz amar) para divulgar um furo a favor da matéria. Por sinal, todo o desenrolar da relação dele com Anne Weying (Michelle Williams) e tendo que conviver ao mesmo tempo com o Venom, ficou desagradável na trama, o que é um desperdício de dois atores excelentes.
Não encontrei muitas referências aos quadrinhos, mas tampouco sou um conhecedor do universo do Homem-Aranha. Existe uma menção sobre um equívoco jornalístico vivenciado pelo Eddie Brock no inicio do filme, semelhante aos quadrinhos onde algo assim gerou o ódio dele pelo Peter Parker e daí o Venom se tornou seu arqui-inimigo. Enfim, as referências legais e explícitas estão nos pós créditos (sim, e temos dois) que achei coerente com o que deve vir pela frente para o universo do Homem-Aranha e acima da média em se tratando dos pós créditos da Marvel. Outra coisa boa que chamou atenção foi a trilha sonora, já que existem duas musicas exclusivas: uma chamada “Venom” e outra com a palavra “Aranhaverso” no título.
Canadá, ano de 2015. Diane Després (Anne Dorval) é surpreendida com a notícia de que seu filho, Steve (Antoine-Olivier Pilon), foi expulso do reformatório onde vive por ter incendiado a cafeteria local e, com isso, provocado queimaduras de terceiro grau em um garoto. Os dois voltam a morar juntos, mas Diane enfrenta dificuldades devido à hiperatividade de Steve, que muitas vezes o torna agressivo. Os dois apenas conseguem encontrar um certo equilíbrio quando a vizinha Kyla (Suzanne Clément) entra na vida de ambos. Dirigido por Xavier Dolan.
Essa adaptação não se propõe a mostrar a vida de Churchill, mas sim um recorte de um momento crítico na história do Reino Unido, num momento histórico dos mais lembrados pela humanidade, a Segunda Guerra Mundial, onde ele assumiu o papel de primeiro-ministro quando os grandes dirigentes do Reino Unido já estavam jogando a toalha e se dando por vencidos pela Alemanha. É interessante e vai na linha do título original do longa “Darkest Hour” (Hora mais escura). Dirigido por Joe Wright.
Eu indico Ikiru (Japão, 1952) Kanji Watanabe, um idoso burocrata
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