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Dirigido por Jake Kasdan, o filme vai na carona da empolgante música do Guns N' Roses, “Welcome to the jungle”, usada também no subtítulo do filme, somos inseridos na terra de Jumanji, com florestas densas e criaturas perigosas, além dos inimigos humanos. A diversidade ecológica se mistura à diversidade dos personagens, sendo assim o roteiro acerta um pouco em investir na questão da diversidade na medida em que junta um nerd, uma patricinha que adora exposição, um jogador de futebol popular que não estuda e uma menina estranha e tímida.

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Durante a Segunda Guerra Mundial, num campo de concentração de Auschwitz, Saul (Géza Röhrig) é um judeu obrigado a trabalhar para os nazistas, sendo um dos responsáveis em limpar as câmaras de gás após dezenas de outros judeus serem mortos. Em meio à tensão do momento e às dificuldades inerentes desta tarefa, ele reconhece entre os mortos o corpo de seu próprio filho. Dirigido por László Nemes.

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Little Tall é uma pequena cidade que fica em uma ilha longe do continente e está prestes a receber uma violenta tempestade de neve. Andre Linoge (Colm Feore), um forasteiro bastante estranho, chega na pequena cidade e cria pânico e morte entre os moradores. Ele sabe o segredo de todos os habitantes. Mike Anderson (Timothy Dale), o policial da cidade, tenta manter cada um em alerta contra a forte tempestade e contra Linoge. Dirigido por Craig R. Baxley. Roteiro de Stephen King.

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Happy Hour – Verdades e Consequências (Brasil / Argentina, 2017)

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Dirigido por Eduardo Albergalia e escrito em parceria com Carlos Thiré, Ana Cohan e Fernando Velasco, esse filme parece ter saído de uma história de Nelson Rodrigues, contudo está muito abaixo do poder e impacto que histórias assim deveriam ter. Na tentativa de discutir o desejo e sua consumação, em contraste com a fidelidade, entrega-se um filme raso e sem graça mesmo nas suas pequenas tentativas em ser divertido.

A ideia de discutir a liberdade e fazer com que as pessoas deem espaço para o seu desejo é interessante, até instigante quanto mais quando uma garota jovem e sexy pede ao seu professor estrangeiro para dizer a palavra desejo em espanhol (“fala pra mim: deseo”). A sensualidade também aparece na personagem de Letícia Sabatella devido principalmente a sua beleza que parece eterna. Existe uma proposta da comédia se misturar com a melancolia e entendemos isso na situação do protagonista, que narra sua história lentamente. Há uma tentativa tímida de introduzir elementos periféricos à trama central, como redes sociais, política e família, mas, enfim, a trama não cria situações fortes e nem reviravoltas chamativas.

Podemos admirar a trilha da Urca e outras belezas do Rio de Janeiro no filme, ou achar divertido os turistas perdidos procurando sempre o Pão de Açúcar, até mesmo à noite e sob chuva. Assim como a presença de Letícia Sabatella e a atuação divertida do argentino Luciano Cáceres, mesmo sendo coadjuvante. Mas ao que parece o maior acerto do filme é trazer a música “Fala”, de Ney Matogrosso em contexto com a narrativa. Talvez sejam poucos acertos para valer 2 horas de seu tempo, mas isso depende de cada um.

Independente do resultado, é uma produção brasileira e argentina que pode ajudar a estreitar as fronteiras do mercado de cinema latino-americano. Já tivemos uma produção brasileira e chilena funcionando muito bem, estamos falando do drama O Silêncio do Céu (2016), um ensaio interessante sobre a culpa numa trama hipnotizante, de Marco Dutra. E já tivemos muitos outros filmes que acertaram com o tema “relacionamentos modernos”, inclusive o nacional Tolerância (2000), com Roberto Bontempo e Maitê Proença (confira resenha clicando aqui).

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