Poder Paranormal (“Red Lights”, EUA / Espanha, 2012)
Eu indico Red Lights (EUA / Espanha, 2012) Dois investigadores
Eu indico Red Lights (EUA / Espanha, 2012) Dois investigadores
Em um futuro próximo, no Japão, uma epidemia dizimou parte da população canina, promovendo uma onda de histeria anti-cachorros. Um governante autoritário se aproveita da situação para se promover e decide banir todos os cachorros para a “Ilha do Lixo”, onde eles terão de lutar para sobreviver. Contudo, existe um movimento a favor dos animais e um dos donos, Atari, de 12 anos, decide embarcar em uma corajosa jornada até a ilha em busca de seu amado cachorro Spot. Dirigido por Wes Anderson.
Eu indico O Cavaleiro Elétrico (EUA, 1979) Sonny Steele (Robert

Power Rangers EUA, 2017)
A jornada de cinco adolescentes que devem buscar algo extraordinário quando eles tomam consciência que a sua pequena cidade Angel Grove – e o mundo – estão à beira de sofrer um ataque alienígena. Escolhidos pelo destino, eles irão descobrir que são os únicos que poderão salvar o planeta. Mas para isso, eles devem superar seus problemas pessoais e juntarem sua forças, antes que seja tarde demais. Dirigido por Dean Israelite.
Amaduras iradas e dinos-robôs:
Tokusatsu é um termo para referenciar produções de cinema ou TV no Japão que tenham grandes efeitos especiais e super-heróis em live action. Exemplos clássicos que marcaram a infância de muita gente: Jaspion, Changeman, Flashman, Jiraya. A franquia Power Rangers bebeu dessa fonte, pois é uma produção norte-americana inspirada numa série de televisão infantil japonesa, chamada Super Sentai. Este novo filme dos cinco adolescentes que de repente adquirem superpoderes ao mesmo tempo em que a Terra é ameaçada por forças de outro universo, é simplesmente um remake padrão e fiel, uma retomada da série. É como um episódio estendido dos Power Rangers, também introdutório, já que mostra a origem do grupo. O bom é que os efeitos especiais de hoje em dia dão aquele deleite visual que merecemos.
Teria sido melhor se o filme puxasse um pouco essa homenagem aos tokusatsus clássicos e servisse até de porta de entrada para que outros filmes semelhantes chegassem aos cinemas. Muita gente iria surtar quando visse o anúncio de um filme do Jaspion ou Jiraya, apesar de já existirem notícias do aparecimento especial do personagem Jaspion num futuro filme japonês. Além disso, o filme não trouxe grandes novidades, se restringindo a manter o padrão da série original e, dessa forma, não surpreendeu. É bom que filmes assim mantenham a fidelidade ao original e agrade aos fãs, contudo é preciso certa criatividade, assumir riscos, mesmo de forma sutil, e trazer algum elemento novo.
Por outro lado, a mensagem bacana está presente: a união faz a força, a amizade fortalece e a sinergia do grupo atinge seu ponto máximo na hora certa. A própria lógica de controle do Megazord mostra que o grupo precisa estar em sintonia, pois cada parte do robô gigante é controlada por um deles. Um boa sacada também foi mostrar as dificuldades iniciais dos jovens nas primeiras transformações e no uso dos Zords e do Megazord. Quanto à vilã, Elizabeth Banks é um destaque no filme interpretando Rita, ela chega a ser divertida em alguns momentos, embora não demonstre ser uma adversária à altura quando os Rangers estão mais experientes.
Deve agradar aos fãs e possivelmente a muitas crianças. Afinal, temos armaduras especiais, os Zords e o Megazord no filme, embora tudo isso esteja no trailer já que decidiram revelar o melhor do filme no próprio trailer. A parte da ação é bem agradável, embora o filme pudesse ter despendido mais tempo nas cenas de lutas corporais, pois o trailer deixou esse desejo. GO GO!
Um grupos de amigos americanos, entre eles um casal com a relação desequilibrada, viajam para conhecer uma pequena vila sueca. No entanto, à medida que o tempo passa, o grupo começa a desconfiar quando os cultos da comunidade começam a se tornar mais aparentes. Dirigido por Ari Aster, o mesmo de Hereditário (2018).
Após recuperar seu carro, John Wick (Keanu Reeves) acredita que enfim poderá se aposentar. Entretanto, a reaparição de Santino D'Antonio (Riccardo Scarmacio) atrapalha seus planos. Dono de uma promissória em nome de Wick, por ele usada para deixar o posto de assassino profissional da Alta Cúpula, Santino cobra a dívida existente e insiste para que ele mate sua própria irmã, Gianna (Claudia Gerini). Dirigido por Chad Stahelski.
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