O discreto charme da burguesia (Espanha, 1972)
Eu indico Le charme discret de la bourgeoisie(França / Itália
Eu indico Le charme discret de la bourgeoisie(França / Itália
Nosso Yellow Beattle, o fusquinha amarelo, alienígena e robô está demais! As primeiras reações na Internet elogiaram o filme e o consideram o melhor da franquia Transformers. A interação entre Charlie e Bumblebee tem momentos engraçados, sem passar do ponto, é comovente e trata essencialmente do amadurecimento dos dois, cada um a sua maneira e ajudando um ao outro. Para nossa alegria, se passa na década de 80 e faz referências fabulosas à essa época. Dirigido por Travis Knight.
Blue Valentine, traduzido no Brasil para “Namorados Para Sempre”, conta a história de Cindy e Dean, casados há algum tempo e com uma filha. O casal passa por um momento de crise, vendo o relacionamento ser desmanchado aos poucos. Dispostos a seguir em frente, os dois tentam superar os problemas, buscando no passado e no presente os motivos que o mantiveram unidos até este momento e os fizeram se apaixonar um pelo outro.

Deslembro (Brasil, 2018)
No Cemetière du Père-Lachaise, em Paris, fica a lápide de Jim Morrison, poeta e vocalista da banda The Doors. Uma das cenas no início do filme mostra um grupo de pessoas nesse lugar, triste e poético, numa espécie de homenagem. Assim como ele foi uma personalidade que deixou história, diversas outras pessoas, sejam poetas, sejam militantes, tiveram a sua história. É a partir disso que a protagonista Joana (Jeanne Boudier) vai lembrando de seu pai, ao ser obrigada a voltar de Paris para o Rio de Janeiro. A princípio, ela odeia a ideia, mas com o tempo vivendo no Brasil ela vai passar por um turbilhão de lembranças que nem sabia ter esquecido.
O som de uma gota marca as cenas onde ela vai relembrando de sua curta infância com seu pai, vítima da ditadura. Jesuíta Barbosa está irreconhecível como o pai com as imagens ofuscadas por serem de lembranças da garota. Junto a isso, poesias e músicas, em estilos variados, do Rock ao Sampa e MPB, nos leva a um grande afeto em relação às famílias vítimas dessa época, sendo marcante o processo de amadurecimento e aceitação de Joana em relação às escolhas do pai que ela perdeu e também do pai adotivo, outro personagem que busca uma revolução no seu país de origem, que não é o Brasil e nem a França. Aliás, o filme tem personagens de diferentes nacionalidades, mas não tão diferentes assim dos brasileiros. Cada um com sua luta.
Numa geladeira, um desenho de criança, mas também a palavra “anistia” e a frase “queremos o poder”. Para a garota, uma revolta pela perda de pessoas próximas que decidiram tentar a revolução arriscando a própria vida. Ela chega a gritar: “foda-se a luta de classes e foda-se a revolução!” em um momento, mas em outro ela vai respeitar essas escolhas. Ela também insiste em falar horas em português, horas em francês, dependendo de com quem conversa ou como está seu humor, mas é ouvindo uma música nacional antiga que ela se depara com outra lembrança e se pega a cantar, se antecipando a letra da música. Linda cena. Um filme expressivo, rico em poesias, músicas nacionais e internacionais.
David Bowie, The Doors e Pink Floyd são alternados para o som de um violão com samba. Depois MPB, Caetano Veloso e Rita Lee. Mas ninguém toma o lugar de ninguém aqui, embora nada seja mais providencial do que “Cajuína” de Caetano Veloso no filme. Mais ainda é a poesia de Fernando Pessoa que inspirou o título:
“Deslembro incertamente. Meu passado
Não sei quem o viveu. Se eu mesmo fui,
Está confusamente deslembrado
E logo em mim enclausurado flui.
Não sei quem fui nem sou. Ignoro tudo.
Só há de meu o que me vê agora –
O campo verde, natural e mudo
Que um vento que não vejo vago aflora.
Sou tão parado em mim que nem o sinto.
Vejo, e onde o vale se ergue para a encosta
Vai meu olhar seguindo o meu instinto
Como quem olha a mesa que está posta.”
A diretora Flavia Castro fez um filme bem pessoal. Ela se inspirou após fazer Diário de uma Busca (2010), documentário onde investiga a morte do próprio pai, militante político e também vítima da ditadura. Ela informou, em entrevista, que queria falar de memória, só que a memória do contexto no qual cresceu.
Após uma violenta tempestade devastar a cidade de Maine, David Drayton (Thomas Jane) e Billy (Nathan Gamble), seu filho de 8 anos, correm rumo ao supermercado, temendo que os suprimentos se esgotem. Porém um estranho nevoeiro toma conta da cidade, o que faz com que David, Billy e outras pessoas fiquem presas no supermercado. Logo David descobre que há algo de sobrenatural envolvido e que, caso deixem o local, isto pode ser fatal.Dirigido por Frank Darabont.
A família de Beto (Wladimir Brichta) é dona de uma tradicional loja de antiguidades que está passando por uma crise financeira. Para tentar solucionar este problema ele se lança numa viagem até a cidade de Itajuípe, interior da Bahia, atrás de uma coleção raríssima de gravuras que foi adquirida há 30 anos por um antigo cliente, o colecionador Samir (Walmor Chagas). Entretanto, logo ao chegar Beto enfrenta uma forte resistência da esposa dele e de sua filha Saada (Ludmila Rosa). Dirigido por Bernard Attal.
Jean Grey começa a desenvolver incríveis poderes que a corrompem e a transformam em uma Fênix Negra. Agora, os X-Men precisam decidir se a vida de um membro da equipe vale mais do que todas as pessoas do mundo. Dirigido por Simon Kinberg em sua estreia como diretor de um filme e que também assina o roteiro, até que ele conseguiu reforçar os dilemas dos mutantes e contextualizar bem o enredo num cenário de início da década de 90.
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