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TOP 10 melhores filmes lançados em 2017
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TOP 10 melhores filmes lançados em 2017

Finalmente a nossa lista mais caprichada do ano! Veja nossa seleção dos 10 melhores filmes lançados em 2017. Confira e divirta-se!

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A Última Casa à Esquerda (2009)
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A Última Casa à Esquerda (2009)

No dia de seu aniversário de 17 anos, a jovem Mari Collingwood (Sara Paxton) e uma amiga acabam nas mãos de cruéis criminosos que escaparam da prisão, comandados por Krug (Garret Dillahunt). Enquanto seus pais (Tony Goldwyn e Monica Potter) organizavam os preparativos de uma festa surpresa para ela, Mari e sua amiga são violentadas e mortas. No dia seguinte, os assassinos vão refugiar-se exatamente na casa dos pais da vítima, sem imaginar o destino infeliz que os aguardava. Dirigido por Dennis Iliadis, com Wes Craven como produtor.

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The Post – A Guerra Secreta (2017)

Ben Bradlee (Tom Hanks) e Kat Graham (Meryl Streep), editores do The Washington Post, recebem um enorme estudo detalhado sobre o controverso papel dos Estados Unidos na Guerra do Vietnã e enfrentam de tudo para publicar os bombásticos documentos. Dirigido por Steven Spielberg.

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Isle of Dogs (2018)

Isle of Dogs (Alemanha / EUA, 2018)

Em um futuro próximo, no Japão, uma epidemia dizimou parte da população canina, promovendo uma onda de histeria anti-cachorros. Um governante autoritário se aproveita da situação para se promover e decide banir todos os cachorros para a “Ilha do Lixo”, onde eles terão de lutar para sobreviver. Contudo, existe um movimento a favor dos animais e um dos donos, Atari, de 12 anos, decide embarcar em uma corajosa jornada até a ilha em busca de seu amado cachorro Spot.

Sobre homens e cachorros:

Wes Anderson junta personagens cachorros e humanos nessa animação que leva o stop motion a um patamar jamais visto antes. Seu trabalho é impecável, detalhista e com uma mistura de sombras, cores (e falta delas) e alternância de tons que deixa a parte visual excepcional. Melhor ainda por se passar 20 anos no futuro, assim o diretor pôde ser ainda mais criativo com os cenários. Para quem tem muita energia para contemplar, é ótimo acompanhar a alternância com cenas em preto e branco em forma de desenho clássico, passado e presente, elementos do teatro japonês, etc. Com isso ele acrescenta uma composição de sons ao estilo oriental com direto ao taikô (tambores japoneses) e músicas como a maravilhosa I Won’t Hurt You, da banda americana de rock psicodélico dos anos 60 chamada The West Coast Pop Art Experimental Band.

Uma grande sacada foi colocar a narração e a fala dos cães em inglês, contudo quase todos os personagens humanos são japoneses e suas falam estão sem legendas, apesar de algumas traduções simultâneas para o espectador não se perder. Isso gera situações engraçadas e potencializa a sensação da forma como a comunicação entre pessoas e cães se resolve, muitas vezes com gestos ou pura percepção.

A animação é tanto para crianças quanto adultos. Existem muitas cenas sombrias e tristes, mas também alguns alívios cômicos bem legais principalmente durante a jornada dos cães na ilha. O time de cães que se forma para ajudar o garotinho Atari a encontrar o seu melhor amigo é tanto envolvente quanto improvável. No final das contas é um filme bastante humano mesmo com um destaque para os bichos. Interessante como os cachorros passam a se comportar na ilha, com suas próprias regras para tentar chegar a um consenso sobre pequenas situações, através do voto que passa a parecer cada vez mais dispensável no grupo. Esse comportamento deixa uma marca no grupo e chega a ser curioso e engraçado, ainda mais com frases de efeito adequadas para cães como “pare de lamber suas feridas” ou “enforcado com a própria coleira”. A saga dos amigos de última hora junto ao garoto é comovente, assim como a conclusão dessa aventura. Existe também um movimento interessante entre os humanos a favor dos animais, contra um governo que se declara averso a opiniões divergentes.

As dublagens estão ótimas por Scarlett Johansson (Nutmeg), Bill Murray (Boss), Jeff Goldblum (Duke), Edward Norton (Rex) e Bryan Cranston (Chief). Atores gigantes se mostrando excelentes dubladores!

Wes Anderson e suas criações

Wes Anderson, após O Grande Hotel Budapeste (2014), Os Excêntricos Tenenbaums (2001) e outra grande animação em stop motion chamada O Fantástico Senhor Raposo (2009), que também faz sua metáfora para com a humanidade, se afirma então como um diretor competente, um pouco excêntrico e provocativo.

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Trata-se de um roteiro com muito conteúdo histórico com cerne na ciência e religião. Para isso, o diretor Richard Schenkman, a partir do roteiro de Jerome Bixby, opta por uma trama com muitos diálogos, todos inteligentes, até porquê entre os personagens temos professores, doutores, pessoas bem formadas. Um deles, John Oldman (David Lee Smith), protagonista, está de mudança e vai se afastar dos amigos, e resolve fazer uma revelação chocante sobre si mesmo, o que dá início a uma série de reações e discussões que vão nos dar uma aula de história, ciência, de tudo.

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