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O documentário parte do filme “Coisas Eróticas”, primeiro longa-metragem de sexo explícito lançado no país, em 1982. Há pouco mais de trinta anos atrás a fita rodava nas principais salas de cinema do Brasil, causando alvoroço no público em plena ditadura militar. Recheado de curiosidades e polêmicas, o filme marcou a produção cinematográfica da época para o bem e para o mal, figurando até hoje entre as quinze maiores bilheterias nacionais de todos os tempos. Dirigido por Bruno Graziano, Denise Godinho e Hugo Moura.

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Natasha é uma jovem extremamente pragmática, ela não acredita em destino, apenas em fatos explicados pela ciência. Em menos de doze horas, a família de Natasha será deportada para a Jamaica, mas antes que isso aconteça ela conhece Daniel e isso pode colocar todas as suas convicções em cheque. Dirigido pela Ry Russo-Young e baseado no livro de Nicola Yoon.

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A Coleção Invisível (Brasil, 2012)
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A família de Beto (Wladimir Brichta) é dona de uma tradicional loja de antiguidades que está passando por uma crise financeira. Para tentar solucionar este problema ele se lança numa viagem até a cidade de Itajuípe, interior da Bahia, atrás de uma coleção raríssima de gravuras que foi adquirida há 30 anos por um antigo cliente, o colecionador Samir (Walmor Chagas). Entretanto, logo ao chegar Beto enfrenta uma forte resistência da esposa dele e de sua filha Saada (Ludmila Rosa). Dirigido por Bernard Attal.

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2 Coelhos (Brasil, 2012)

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Edgar (Fernando Alves Pinto) encontra-se na mesma situação que a maioria dos brasileiros: espremido entre a criminalidade, que age impunemente, e a maioria do poder público, que só age com o auxilio da corrupção. Cansado de ser vítima desta situação, ele resolve fazer justiça com as próprias mãos e elabora um plano que colocará os criminosos em rota de colisão com políticos gananciosos. Na medida que o plano de Edgar é executado, descobrimos pouco a pouco suas reais intenções e sua história, marcada por um terrível acidente e um amor que ele jamais esqueceu. Dois Coelhos é um enigmático suspense de ação onde cada minuto vale mais que todo o passado. Dirigido e escrito por Afonso Poyart.

“A gente precisa se afastar um pouco do papel, para entender o desenho todo”

Levando quatro anos para estrear nos cinemas nacionais, este é um dos melhores filmes que tive oportunidade de ver no ano passado. Soube inovar o cinema brasileiro, com ação interessante, animações, efeitos visuais e sonoros e trilha sonora bacana, aproveitando bem o que a tecnologia oferece nos dias de hoje. Além de ficar no mesmo patamar que ótimos filmes americanos de mesmo gênero, tem a sua especificidade e mérito, na medida em que apresenta também um roteiro bem elaborado e surpreendente, criticando claramente a corrupção brasileira e a zona de conforto onde parte da sociedade se mantém. Apresenta a técnica de narrativa não-linear e um final entrelaçado com toda a linha da trama; aquele tipo de filme cuja última cena deixa o espectador perplexo. Destaco até a escolha certa do momento no qual o personagem narra “A gente precisa se afastar um pouco do papel, para entender o desenho todo”.

São muitas cenas com efeitos especiais, usando animação e desenho, dando um charme especial para o filme. A representação visual da personagem Julia (Alessandra Negrini), quando tem uma crise de síndrome de pânico, exemplifica bem essa característica.

Este é um destaque no meio de tantas produções nacionais que apresentam entretenimento descartável, boa parte inspirados em outras produções americanas também sem graça. Já existe um projeto para a refilmagem, por parte da produtora americana Tango Pictures.

Lista de filmes nacionais:

Neste espaço me arrisco a indicar alguns filmes nacionais:
– O Pagador de Promessas (1962)
– Deus e o Diabo na Terra do Sol (1964): dirigido por Glauber Rocha
– Terra em Transe (1967): também por Glauber Rocha
– Tolerância (2000): uma trama bem elaborada com uma boa pitada sexual
– Eu Tu Eles (2000)
– Bicho de Sete Cabeças (2001)
– Cinema, Aspirinas e Urubus (2005)
– O Homem que Engarrafava Nuvens (2009) (de Lírio Ferreira) (Documentário sobre Humberto Teixeira)
– Riscado (2010)
– O Palhaço (2011): com Selton Mello reconhecido por sua atuação e direção
– O Som ao Redor (2012): recentemente nos cinemas, excelente e bastante premiado
– A Coleção Invisível (2012): venceu o prêmio de júri popular no Festival de Gramado
– Serra Pelada (2012)
– Jorge Mautner – O Filho do Holocausto (2012)
– Hoje Eu Quero Voltar Sozinho (2013)
– O Lobo Atrás da Porta (2013)
– Isolados (de Tomas Portella) (2013): filme de suspense nacional de qualidade
– Depois da Chuva (2013): de Cláudio Marques e Marília Hughes
– Praia do futuro (2014)
– Que Horas Ela Volta? (2015)

__________________________________
Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/2_Coelhos
http://omelete.uol.com.br/2-coelhos/cinema/2-coelhos-critica/

Tags Relacionadas A Coleção Invisível, crítica, Isolados, O Homem que Engarrafava Nuvens, O Som ao Redor, resenha, Tolerância
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A história se passa numa cidadezinha do interior do Texas. Fenton Meeks (Matthew McConaughey), depois de ficar sabendo de uma série de assassinatos, vai até a delegacia e declara que sabe de coisas que podem resolver o caso do "Mãos de Deus", um serial killer que já matou 6 pessoas. Fenton diz que seu irmão Adam é o responsável pelas mortes e o xerife local vai ouvindo sua história, carregada de trágicos acontecimentos que marcaram a infância do garoto. Dirigido por Bill Paxton.

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